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Em muitas organizações os boatos podem atrapalhar as ações da comunicação interna, são informações confidenciais que muitas podem comprometer o bom desempenho dos funcionários. Como, por exemplo, a aquisição de uma organização, assim são informações que o funcionário sabe por alguma fonte não muito confiável e já começa ter milhares de opiniões a respeito da informação recebida, e essa boa de neve de informações não para nunca.

Mas com casos assim, como fazer com que a comunicação informal seja aliada a comunicação interna? Beneficiando a organização como um todo?

Principalmente quando uma organização tem muitod funcionáriod, a alta gestão tem pouco contato com o chão de fábrica, por exemplo. E quando há esse grande gap de informações é cenário perfeito para começar os boatos. A equipe de comunicação interna tem um grande papel nessa situação, primeiramente é importante conhecer quem são os disseminadores de informações, dos formadores de opinão, saber o que eles estão falando e qual a consequência nas atividades desse público.

Se a comunicação interno for suficientemente eficiente, ela pode fazer com a comunicação informal seja uma parceira nas dissemincações de informações, de seus programas, de seus projetos e etc. A fonte de informação tem que partir da organização, ser de algum gestor, do time de comunicação interna, ser ago oficial e não abrir espaço para comenários maldosos. Isso pode ser feito por meio de um canal de via de mão dupla entre a organização e seus colaboradores.

E por mais que a organização transmita as informações, é importante motivar os formadores de opiniões, pois há pessoas que confiam mais no líder (que não necessariamente é um gestor) do que na organização, precisa de uma certa aprovação dele.

Então, seja transparente e saiba que é seu público. Para ter uma comunicação eficiente e atender suas necessidades com eficácia.

Vania Martins Bueno Hasegawa

Em todas as empresas, sempre existe aquela pessoa que sabe mais. Em seu circulo de amizade, no grupo de colegas que almoçam junto todos os dias ou apenas quem senta ao seu redor.

Aquela pessoa que tem mais contato com os diretores ou presidente e sempre recebe as informações quentinhas direto do forno. Em geral ela não consegue guardar o segredo e começa contando a novidade primeiro para um, depois para outro e você por sua vez conta para outro que conta para outro. Assim que surgem Os Boatos.

Nem sempre verdadeiros e nem sempre falsos, eles acontecem com muita frequencia e podem causar certos transtornos ou desconfortos entre os funcionários.

Um bom exemplo disto aconteceu comigo mesmo a mais ou menos um mês atrás. Surgiu um boato de que 20 pessoas seriam demitidas naquela semana. De boca a boca, acabou chegando em mim e quando notei denovo, todos na empresa estavam sabendo. Alguns ficaram com medo, alguns trabalhavam com mais vontade para tentar “mostrar serviço”, outros desistiam de vez e faziam tudo mais lentamente possível achando que seria ele, enquanto outros começaram a elaborar teorias da conspiração dentro da empresa se questionando por que demitiriam tanta gente em tão pouco tempo. E de conversas em conversas a coisa tomou uma proporção maior do que se pensava. Os dias da semana foram se passando e ninguem tinha sido demitido ainda, foi quando chegou a tão temida sexta-feira. Até a hora do almoço ninguem havia sido demitido, até as 15h ainda ninguém, e finalmente chegou o aguardado final de expediente de uma sexta-feira, e adivinhe? Nada. Ninguém foi demitido, nem ao menos chamado pra ter “aquela conversa”. Nunca mais tocaram no assunto, e os dias se passaram normalmente desde então.

Um simples boato, uma informação errada e pronto, a estabilidade pessoal de cada funcionário já estava abalada.

Os boatos existem, em todos os tipos de organizações. Isso não se pode negar. Mas o que fazer?

O mais obvio é fechar informações e não deixar que NADA vaze por NINGUÉM. Mas essa é uma atitude antiquada. A modernidade nos trouxe uma outra solução, nova, simples, eficaz e brilhante. A transparência.

Quer evitar boatos? Deixe a verdade clara e acessível.

Por: Fabio Gomes Spiandorelo

 A rádio peão é uma forma de comunicação informal muito comum nas empresas, principalmente as de grande porte. É muito dificil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar sobre ela ou que não saiba o que é.

Rádio peão: manifestações comunicacionais não controladas que correm pelo caminho da informalidade dentro das organizações. (CONVICOM).

Muitas pessoas acham que as rádios peões não deveriam existir, há até um artigo de chamado “Acabe com a rádio peão” na qual diz o segunte:

Se você tem alguma dúvida sobre sua empresa, pergunte ao seu superior. Se você ouviu alguma coisa, fale, direta e profissionalmente, com a pessoa certa de sua empresa, mas não leve adiante informações e comentários sobre coisas que você não sabe direito ou apenas ouviu dizer. O mal que a Rádio Peão faz é muito grande. As pessoas responsáveis pela Rádio Peão perdem a credibilidade, prejudicam sua imagem profissional e acabam impedindo suas próprias promoções.

Mas esse ponto de vista, na minha opinião, não é o mais correto. Se a sua empresa tem uma comunicação interna clara e organizada é possível que você use essa ferramenta a seu favor, conhecendo quem são os formadores de opinião, as pautas mais abordadas e sabendo que as pessoas tem interesses e curiosidades, e que esta ferramente é algo quase inevitável, quando se lida com um grande número de pessoas.

Dentro de uma empresa, os formadores de opinião não são apenas as pessoas que possuem um cargo alto, dentro dos departamentos e fábricas há aquelas pessoas que são respeitadas e suas opiniões são levadas em consideração. E as rádios peão, muitas vezes podem conter informações falsas e boatos, a aí, cabe a empresa divulgar com clareza as infirmações pertinente ao seu público interno, ser transparente e aí sim a rádio pode ser um aliado em suas estratégias.

Cabe a você, saber lidar com a velocidade da informação e trazer a comunicação informal como uma parceira em suas ações.

Para maiores informações acesse a matéria da revista Você S.A., “A força da rádio peão”.

Vânia Martins Bueno Hasegawa

Antigamente, a comunicação informal era vista pelas organizações como algo que atrapalhava o bom andamento da empresa, pois acreditavam que o respeito era derivado da formalidade. Com o tempo, viu-se a necessidade de um bom relacionamento com as pessoas, principalmente com os funcionários, que fazem a empresa ser o que ela é.

Um exemplo disso é o que acontece na Chubb Seguros. Em uma entrevista feita pela revista “Venda Mais”, o presidente Acácio Queiróz reconhece o poder que a comunicação informal possui e afirmou que investe boa parte do seu tempo nisso. “Costumo tomar café da manhã com os colaboradores para sentir de perto qual é exatamente o clima e o que eles pensam sobre a empresa”, afirma.

A preocupação com a opinião dos colaboradores vem crescendo tanto que hoje é comum a utilização da comunicação informal como ferramenta de trabalho, principalmente para o bom desempenho da organização, pois um funcionário desmotivado prejudica a produção.

Erica Domene Firmo

Feedback Informal

Estava eu, caminhando concentrado pelos corredores da empresa quando, de repente alguém me para e pergunta:

- Você que é o Felipe?

- Sim.

- Da Comunicação?

- Isso!

- Então é você que enche a minha caixa de e-mails? – Perguntou

- É, não, sim, talvez, quer dizer, não… – Respondi, vermelho.

Muitas vezes nos deparamos com esses tipos de “imprevistos”, no entanto são ótimas maneiras de percebermos se o nosso trabalho está rendendo aquilo que esperávamos.

A partir daquele dia comecei a prestar mais atenção e procurei “forçar” o feedback informal de algumas pessoas que não me conheciam:

- Oi, tudo bem? Eu sou o Felipe, da comunicação

- Ah, você que envia os comunicados né?

- Isso!

- Gostei do último Boletim da Gramática, o único que me atrai mais dentre os tantos que você me manda…

E depois desses retornos cheguei a uma conclusão precisa: Mandava muitos comunicados via e-mail, porém, poucos os liam. Aquilo havia se tornado “mais uma chatice online” para os funcionários. Foi o suficiente para criarmos novas diretrizes na nossa comunicação interna, elaborarmos uma pesquisa para definir mais precisamente o que necessitava ser mudado e, enfim, aplicar o novo conceito de comunicação e aguardar, novamente, o “feedback de corredor”:

- Agora sim hein, Felipe!

Por Felipe Negri Vicentini

Certo dia eu estava lendo o livro “Comunicação para a Qualidade” de Alípio do Amaral Ferreira, onde em um trecho ele fala um pouco sobre a comunicação informal e isso me fez pensar e reparar em como a presença dela é comum no dia a dia. O autor diz o seguinte sobre a comunicação informal: “… Boa ou má, útil ou prejudicial, não pode ser ignorada, da mesma forma como não se pode ignorar a lei da gravidade…”, o que é uma realidade, porque não podemos negar sua existência.

A comunicação informal é nada mais nada menos do que toda e qualquer transmissão de informações passada de uma pessoa para outra, ou seja, sem a utilização de canais de comunicação. Essa forma de comunicação, como na citação acima, pode ser boa ou má, útil ou prejudicial. Pode ser boa e útil pela facilidade e rapidez na disseminação de uma informação, e pode ser má e prejudicial porque corre o risco de ser distorcida facilmente, já que as pessoas têm maneiras diferenciadas de compreensão.
No campo profissional, nós, profissionais de comunicação, devemos trabalhá-la da melhor forma possível, por ser um instrumento sem nenhum controle e pelo poder de influência que ela exerce.

Continue acompanhando o blog Bem Informal para saber mais!

Camila de Almeida Navarro

E lá vem ela…

Você não sabe o que é? Nós sabemos! Mas como você leu no título esse post é apenas um teste!

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