Em muitas organizações os boatos podem atrapalhar as ações da comunicação interna, são informações confidenciais que muitas podem comprometer o bom desempenho dos funcionários. Como, por exemplo, a aquisição de uma organização, assim são informações que o funcionário sabe por alguma fonte não muito confiável e já começa ter milhares de opiniões a respeito da informação recebida, e essa boa de neve de informações não para nunca.
Mas com casos assim, como fazer com que a comunicação informal seja aliada a comunicação interna? Beneficiando a organização como um todo?
Principalmente quando uma organização tem muitod funcionáriod, a alta gestão tem pouco contato com o chão de fábrica, por exemplo. E quando há esse grande gap de informações é cenário perfeito para começar os boatos. A equipe de comunicação interna tem um grande papel nessa situação, primeiramente é importante conhecer quem são os disseminadores de informações, dos formadores de opinão, saber o que eles estão falando e qual a consequência nas atividades desse público.
Se a comunicação interno for suficientemente eficiente, ela pode fazer com a comunicação informal seja uma parceira nas dissemincações de informações, de seus programas, de seus projetos e etc. A fonte de informação tem que partir da organização, ser de algum gestor, do time de comunicação interna, ser ago oficial e não abrir espaço para comenários maldosos. Isso pode ser feito por meio de um canal de via de mão dupla entre a organização e seus colaboradores.
E por mais que a organização transmita as informações, é importante motivar os formadores de opiniões, pois há pessoas que confiam mais no líder (que não necessariamente é um gestor) do que na organização, precisa de uma certa aprovação dele.
Então, seja transparente e saiba que é seu público. Para ter uma comunicação eficiente e atender suas necessidades com eficácia.
Vania Martins Bueno Hasegawa





